Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

...

MADRUGADA

Noite sem Fim

    Foi a de S. Valentim. 

    Fria como muitas;

  Vagueavas tu

 Em busca de Algo

Ou talvez...

De Ti Mesma.

 

De súbito, na Noite,

Que de escuridão só o era

Na rua,

Algo nos cruzou.

 

Falámos, Reflectimos, Tocámo-nos;

Enfim...

Reconhecemo-nos.

 

Eis, então, que no Teu Coração

Gelado

Salta uma Centelha

Minúscula;

E, sem que Tu te Apercebesses

Ateou uma Fogueira

Ardente

Que Te Aqueceu o Coração

Embrutecido

Pelo  Frio.

 

Foi então

Que começaste a Sentir

Invadir-te o corpo

E o Espírito,

Um intenso Calor

Que Te custou a Reconhecer

Pois estava, apenas,

Adormecido

Na Noite do Teu Ser.

 

Mas, depois, na Madrugada

Rompeu a Aurora

E, Sentiste então

O Nascer do Sol;

No Teu Espírito

Surge

Aquilo por que tanto

Ansiavas

E, que julgavas Desconhecer.

O AMOR 

 

José Pedro Amaral

Portugal –1998 ©

 

publicado por escrevinhando às 00:25
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